31.1.08

Porque a "normalidade" não é muito comum


Não é nem pelo fato de ser um filme bacana.
Mas, pela simples graça de ter sido um presente de alguém muito gente fina, muuito legal comigo. Nos conhecemos há quase 3 anos (meu número favorito) e tem sido uma revolução. Porque a "normalidade" não é muito comum com a gente. Estou "104%" certa disso. É tão difícil achar pessoas, como o pai da Juno diz, "que aceitam você como você é, pelo o que você é e continuam gostando disso".
É difícil e diferente.

Vendo Juno eu percebi tantas ironias. Tantas.
Nem que fossem só as piadas internas comigo mesma.
Nem que fosse o fato de se identificar ou entender um pouco de cada personagem, tudo de uma vez. Talvez o retrato de um tempo que não vou esquecer. Porque começar uma vida na contra-mão pode ser a melhor alternativa se for a que você escolheu. A alternativa.

Se o mundo não é perfeito (e ele "não gira, são as rodas do Gol que giram" - adorei esse comercial pretencioso da Wolks), então porque a gente busca isso? E o pior: a gente encontra! De vez em quando...

Na vida do outro, parece fácil esperar e cobrar o melhor,
e admitir medo e perda pra si. Parece estranho e comum.

Bom, sabe o plié, o degagé e o geté? É hora de ir.
Agora, lendo o post anterior levei um susto.
Caramba, eu tava com muito sono e ainda muito lesada de tanto que eu ri.
Como é que saiu tanto nome difícil.
Eu com sono e um nerd bêbado são a mesma coisa.
Não falam coisa com coisa, às vezes.

Bye, povo! Inté.

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