17.12.08

Pensando no caso

Em meio ao caos de um trabalho sobre o objeto do direito empresarial, eis que vêm um suspiro e vários desejos de consumo.

- Férias, sobretudo férias para pensar.
- Um lugar para patinar (pobres patins que aguardam ansiosos o retorno às pistas mas respiram diariamente inside a caixa de papelão)
- Transporte público mais rápido (ok, é só um sonho de consumo)
- Horas extras de sono
- Um monitor novo (o atual me faz sentir como o E.T, encolhendo e esticando o pescoço pra falar com o Eliot)
- Dias menos quentes (o filme e todo o esforço do Al Gore já deveriam ter empolgado há muito tempo mais pessoas... mas isso parece que ainda é sonho de consumo)
- Mais brócolis, alface, tomate, batata e coisas do tipo (que adoro, mas nem sempre tem no prato)
- Menos pessoas jogando ponta de cigarro na rua (ai, como irrita!)
- Um control_F para achar coisas perdidas em textos de papel (marco e depois pra lembrar a página exata, a frase exata... é um atraso ainda não funcionarem com comando de voz ou control_F! kkkkk)

Pensarei no caso. Em cada caso. Em todo caso, seja como for.

13.12.08

Do what you want, ok?

Ok Go!

Almost done. But the most of it is gone.

Yes! A mono se foi. Que venham outros desafios!

Sentindo só o chão tremer um pouco com o fim dessa graduação chegando e as "milhares de novas coisas para fazer" se aproximando. 2009, que vem aí com batidão de tambor, vai começar em ritmo chinês. Vamos, vamos, vamos, não agüento esperar :) Se vinher com degraus para mestrado também será divertido. Vamos, vamos, vamos, coreografias rock-pop-indie mode on, too!

1.12.08

Ogenki desuka.

Sim, é na Terra da Luz, mais precisamente após o por-do-sol, que uma celebração wanna-be-nipônica promete assolar o sábado de alguns cearenses. Nobi Nori é o lugar. Níver da Gê é a ocasião.

Que toquem as flautinhas e rufem os tambores! Amarre o kimono pop, acrescente algumas palavrinhas como Ogenki desuka (Como vai?) no vocabulário se você não teve tempo de começar/terminar o curso na Uece ou qualquer outro canto... e vamos lá!!!


Mata aimashô.
(tecla sap: Nos veremos de novo!)

26.11.08

Join the day, get closer to the night

Taking Chances Tour 2008/2009 - Celine Dion

Então, a noite coroou o que eu chamaria por "passado-passado" (piada interna entre eu e meu eu-lírico).

Coisa boa aquela galera toda reunida pro lançamento de um trabalho que levou dias e dias para ficar pronto, consumiu nossas preocupações durante horas, exigiu dedicação e empenho de um time. E que time! Só tem palhaça praticamente! kkkkkkkkk Um time incrível. Porque é interessante aprender com o inesperado de uma equipe que se formou há cerca de 4 meses para atender expectativas tão diversas de leitores, de produtores, de tantas pessoas envolvidas em cadernos tão distintos que vão surgindo loucamente em nossas mãos. A missão é levar ao público o melhor! O resultado final desse em especial foi muito bacana. E falo aqui da revista Guia de Noivas :)

Mas preciso de férias.
Fato.

Meu sonho de consumo é uma rede. kkkk Mas ia adorar ir a um show da Celine Dion. Também queria escrever seriados, sobrevoar algum lugar bonito de balão ou asa delta tipo Reno Ballon Race, entre tantas outras pseudo-grandes-vontades que o presente não permite realizar. Por hora, basta ser feliz feito criança que olha o mundo como se ele fosse imenso, cheio de possibilidades.

=]


22.11.08

Aí um dia foi assim...


Feito bolinha de ping-pong. Foi praticamente assim que essa semana correu. Quase um squash numa parede do tamanho do "Stevie", ou seja, assustadoramente quase sem fim ("Stevie" dos Sem Floresta).

Ok. 220v até o dia previsto. 3 semanas e noites mal dormidas e muita internet e textos na veia até a hora certa.

17.11.08

Eletricidade

Ela corre na velocidade da brisa que levanta as folhas no final da primavera. Ela é feita de vento. Rodopia no meio do campo e corre. Sente todas as folhas na palma da mão. Uma velha conhecida pousa sobre o ombro direito e bate asas sabiamente. Olham para o céu, percebem o tempo armando a passagem de estação. O que virá por ae?



" I must be dreaming or
pinch me to waking so undeniably yours
as long as i'm loosing it so completely
euphoria
i can't take any more of yah i'm losing it"
Must be dreaming - Frou Frou

16.11.08

Mas o que será...


A aventura continua.

Sim, ela levanta meia aba de chapéu, tira a bota da lama e segue olhando com desconfiança mata adentro. Na bolsa, uma luneta. Com ela, tenta enxergar o que está por trás dos galhos, de um rastro de luz que anuncia a fonte do mistério. Lá, no meio do verde, um monte de asinhas batem, rebatem, sobrevoam a grande árvore que fica na ponta do abismo. E o infinito povoa o horizonte...

O sol está quase se pondo, e ela sobe até o topo da espécie frondosa que habita aquele cume. Então, ora, ora. Vejam a surpresa: alguém com feições idênticas está com um latop digitando calmamente linhas e linhas de algo difícil de ler. A garota-aventura faz cara feia. A garota-escritora faz cara feia.

Elas andam em círculo. Lá fora, asinhas nervosas, e o sol alaranja, assustado. O que poderia ser? O que poderia ser? Uma começa a bisbilhotar o espaço incomum. A outra, tensa, tenta entender. Na tela, um pop-up. Um trabalho para salvar. Enquanto isso, as idéias não páram, uma quer descobrir, a outra quer resolver. Mexem no teclado, brigam por respostas e páram diante do nome "Monografia". O que poderia ser? O que poderia ser?

Pausa dramática. A garota-escritora pega seu chá, ajeita o relógio do armário com ar de não-me-pergunte-pois-não-vou-dizer. A garota-aventura quer saber. Mas-eu-não-vou-dizer, sorri a outra.

Olhinhos repressores.

Ainda-não-sei-o-que-dizer, e encosta-se na varanda da casa na árvore. A outra vai atrás, curiosa. E o infinito verde está lá, mas não diz muito, não naquela direção.

Asinhas ao vento na lufada de mais um dia.

3.11.08

Tanto...

No meio do entulho de "coisas para fazer", invento de parar. Bom ou mal hábito, isso acontece às vezes nessas situações. É a pessoa que se sabota, atrapalha o próprio caminho ou acrescenta um passo com seu atrapalhado jeito de viver. Oh dia, oh vida! Estou tão assim... simplesmente aqui.

E ontem vi um filme. Fireflies in the garden (2008) - Um segredo entre nós. Não sei se recomendo ou não. Acho que está longe e perto do convencional ao mesmo tempo. Como tudo na vida, pode despertar significados diversos pra cada um.

Fireflies in the garden (2008)

Mas, cada choro reprimido ali me lembra cenas familiares. É opinião e impressão pessoal que o filme seja bom, um gosto particular. Não é bom do verbo "não ser ruim", mas do "bom argumento". Personagens sensíveis, magoados, orgulhosos, sofridos, teimosos, explosivos. Todos cheios de vida, medo e morte à sua maneira.


Quando o tempo avisar
Que eu não posso mais cantar

Sei que vou sentir saudade

Ao lado do meu violão e da minha mocidade

Folhas secas - por Elis Regina

31.10.08

E a água correndo pro mar...

Alguém crie um código de conduta para os topiqueiros de Fortaleza, por obséquio!


Acho até que isso dava um samba...


Longe dos olhos...

Antes da catraca, antes de subir os degraus da felicidade rumo aos interiores cálidos de alegria de algumas topics, todos somos as criaturas mais lindas e queridas pelos trocadores, pelos motoristas que até páram no sinal verde se precisar. Olha quanta honra!?

Doce ilusão

Depois da catraca, depois daquele gesto nobre de passar o passcard na máquina, a carteirinha de estudante ou o dinheiro... o passageiro vira um nada. É um bolo humano que precisa ir mais pra trás porque SEMPRE tem espaço, de acordo com o gentil senhor trocador. O passageiro é uma coisa que até pra descer tem que gritar, salvar a própria vida contra as freadas malucas do motorista (que já tenta atrair para o seu halloween particular mais tantas vítimas), além de aguentar todo o conforto de ir em pé, amontoado, empurrado.

OK

Esse blog recusa-se a continuar nessa vibe "lata de sardinha". Viver isso por condição de sobrevivência pode ser suportável, mas cansa.

Papai Noel, não esqueça a minha Caloi.


"Reza quem é de rezar
Brinca aquele que é de brincadeira
Quem é de paz pode se aproximar
Hoje é festa pruma noite inteira"
Roberta Sá - Girando na renda

26.10.08

UH UH UH, LA LA LA, IÉ IÉ!

















Ê semana! Antigas e novas informações resolveram fazer visita. Tanto que quase o cérebro pifa. KkKkKkK

Well, well. Preciso de um cadilaque verde para sentar, pensar sobre a vida e só sair do posto quando souber as respostas... ou as perguntas por onde começar. (Alguém aí já viu Peaceful Warrior, um filme de 2006? Vide figura ao lado.) Poisé...

Por um triz decidi não ir (Recife), por um cadim de nada recomecei a escrever a mono e por pouco menos ainda voltei a ler. A sanidade mental agradece, apesar de tudo, porque a mesma semana que surpreendeu com suas novas assustou com sua vaguidão. Como demorou para passar. Que post dramático... Mas, dias melhores virão. Faz parte da jornada :)

É certo que o milagre pode até existir
Mas você não vai querer usar
Toda cura para todo mal
Está no Hipoglós, Merthiolate e Sonrisal
(UH UH UH, LA LA LA, IÉ IÉ! - Pato Fu - 2005)

20.10.08

É isso aí... o vendedor de flores...

Tão importante quanto dizer "sim", abraçar a todos, sorrir, agradecer e ser gentil... aprender a dizer "não" é um desafio cuja recompensa pode ser uma grata surpresa.

Dizer "não" para quem pergunta demais sobre coisas tão suas, dizer "não" para quem te pede coisas e, geralmente, não é tão gentil reciprocamente, dizer "não" para quem está mal acostumado a exigir de você eterna benevolência.

É mais do que se pode imaginar. Pode ser um passo importante até para aprender a dizer "sim" com mais maturidade. E é tão bobo, tão clichê e tão necessário.

Omitir, se preciso for, desviar o olhar, levantar as chinelas e sair de perto. O "não" pode começar de várias formas, gradualmente, sem ser agressivo. Mas, se preciso for, que seja.

Life goes on.



E fica registrado: gostei de 27 dresses, da trilha sonora e das marmotas do roteiro. Uma história engraçada e sensível sobre esse processo, também, de dizer "nãos" e "sims".



7.10.08

Ana Dor


Foi dormir sem sono, acordou com ele. Agoniada, ela quase não fez metade do que precisava na terça-feira. Em plena semana! Que vergonha! Em plena terça-feira, um dia ordinário: ela viveu o caos do começo ao fim do dia. Mas, veja que sorte do destino: no meio da estrada, no meio das paradas de ônibus e das topics que quase não passam, no meio das rádios, no meio das empadas, no meio das ligações que quase não se completam por falta de crédito... encontrou pessoas essenciais para fazê-la rir e ter esperança. Obrigada, Fortaleza! "Vai dar tudo certo!"

Novo sonho de consumo: balanços (saudades de Messejana... infância happy)

28.9.08

Nascer do sol


Foi-se o tempo que acordar na madrugada era perversão ao sono. A madrugada pode ser mais produtiva que o dia. Nascer do sol (ao som de Kate Nash, Nara Leão, Mallu e outros tantos) só pra embalar os trabalhos de faculdade feitos com essa vista que vai clareando, as núvens ficando cor-de-rosa, e o domingo aparecendo.

O que é a coragem da pessoa acordar às 3h agoniada porque não fez trabalho de faculdade. Preciso de férias. kkkkkkkkkk Definitivamente. E voltar a conversar com o Juarez (minha viola).

15.9.08

Tick tock tick tock tick tock

Porque desde sábado, só 4 minutes me salva.

I'm outta time and all I got is 4 minutes 4 minutes, 4 minutes

E haja coragem! Metade de um livro ainda espera toda minha bossa para diagramar. E todo um pop também.

We only got 4 minutes, 4 minutes

Sim, sobrevivi ao pseudo-arrastão do Iguatemi ontem. (Sem comentários) O que foi aquilo, lamordi? E tudo começou algumas cadeiras acima da minha pacata cadeirinha, naquilo que deveria ser o Ensaio sobre a cegueira - full section version. Foram R$7 quase no lixo... E tudo o que a gente quer é paz. Mas, nem "segurança" direito é possível. Tem cada um nesse mundo... cada arruaceiro, cada ser humano mais sem noção que perde a cabeça, briga, inventa o caos onde não tem necessidade. O desespero de uma história como do Ensaio parecia que tinha saltado da tela. Era tanta gente "cega" agindo feito louco naquele shopping, uma contaminava a outra só na base da correria. O chão tremeu, as escadas escoavam gente e quase nada se entendia. Na hora do aperreio, foi até bom sair da sala... do pátio... do prédio.

We only got 4 minutes, 4 minutes

Sim, e eu queria ir pro show da Madonna. Mas, de onde eu ia tirar tempo? Pelo menos 4 minutes? Hahahahahha Doce ilusão. Ainda faltam 2 passos monográficos + Show up de apresentação. A realidade financeira também não ajuda muito, but sonhar não custa. Ainda.

No hesitating

We only got 4 minutes, 4 minutes

2.9.08

They say ooooooooooh weeeee



Yeh. Dont´you worry about a thing!
Depois de ser vacinada e arrastada para o Oeste, ter rido demais num teatro, provado molho baiano e ainda encontrado armação nova pros glasses - não necessariamente nessa ordem - acho que a semana definitivamente promete.

E começou bem: não consegui os livros que precisava, mas já a gente segue acreditando que orientações monográficas são assim mesmo. Daí o espírito Indiana Jones ser praticamente um pré-requisito. Tirando isso, beleza. kkkkkkk Até porque, pra quem praticamente viveu momentos "Hitch" no final de semana, a coisa há de melhorar.

Sim, andei de Jetski (se é que alguém "anda"). Meu povo, o que é uma criança feliz... a ficha demorou ainda um tempo depois pra cair. Tinha que ser o Chavez... ops, o Daniel!

Agora, sem muito papo, "chipá, chipá", hora do lerê-lerê. Voltar pro tronco que eu tô muito onomatopaica hoje. kkkk (literalmente).

5.8.08

Agosto de céu


Acho que fiz pedidos demais na virada do ano novo.
Da próxima vez, peço menos. Hehehe.
E, como diz o ditado, cuidado com o que deseja.

A vida, às vezes, assusta.
Dá medo porque parece uma montanha russa guiada pelo Speed Racer. Uma manhã caótica culmina num meio-dia de palavras mágicas e esperança. Um meio-dia de risos vira tarde de responsabilidade de trabalhos acadêmicos. Uma tarde como essas, ao som de Tribalistas, vira outra ação.

E eu só quero a liberdade.
Mas, quem não quer?
Agosto se tornou um mês ultra mutante.
Agosto de céu novo, todinho para eu pensar, para eu pisar.

"Não tem que fazer nada basta ser o que se é
Chegou o tribalismo, mão no teto e chão no pé"
Tribalistas

1.8.08

Na estrada

Não é um filme de terror. Não é nem sexta-feira 13. Mas, antes que alguém chegue e diga que não avisei: prepare-se. Ao som da trilha sonora de Arquivo X, vou contar a aventura radical de hoje, com direito a risco de morte e muita, mas muita risada da minha parte.

[Pessoas hipertensas, favor não passar desse colchete]

Hoje, voltando pra casa (e eu preferia a ajuda do Gugu para fazer isso a ter que me submeter a tudo que passei), no caminho Paracuru-Fortaleza, eu e Giselle íamos todas contentes pegar o ônibus, quando a dona moça da bilheteria sorriu amarelo dizendo que dois ônibus estavam quebrados e iam atrasar. A gente voltava de um dia de pesquisa em campo (Mallinowski é meu herói).

Considerando que havia pressa porque com estágio não se brinca, Giselle me ajudou a achar uma alternativa e, inocentemente (é importante ressaltar essa palavra), recorreu aos carros de auto-ajuda na beira da rodoviária. Sim, amigos, nunca aceitem caronas de estranhos, banguelos em carros branco. Nós aceitamos. E veja no que deu.

No caminho, o cara procurava mais gente para fazer valer a pena a corrida até Fortaleza. (Primeiro ponto estranho, o cara não usava cinto de segurança e ainda fez recomendações toscas sobre nós usarmos senão a PRF poderia reclamar - pfff, sem comentários). E, quando achávamos que o carro iria "vago", sem muito aperreio no longo caminho back from Far Far Away, eis que o cara encontra uma senhora com duas crianças vestidas de rosa, parecendo gêmeas de roupa.

O que acontece a seguir nem Deus duvida mais.

No caminho, conversa vai, conversa vem, a gente ri de comentários sobre o tempo e a estrada, cuidados no trânsito... blá blá blá. Enquanto isso: o cara (um senhor já em seus 50 e trál-lá-lá) não usava cinto, olhava o celular (ao volante!), mexia o tempo todo nos vidros elétricos e abria bombons, dirigindo só com os pulsos. Geeeeeeeeente do céu! Eu ficava tensa. Mas, conversando com a Giselle essas coisas iam abstraindo.

Ok. Muito carro, muito buraco, muito balançado. Resultado prático: a garota loirinha fez que nem uma colega minha e olhou com aquela cara de sinceridade de "Começo a passar mal". A mulher a colocou na janela para respirar um pouco e tal. (Leia-se: "jogar fora aquilo que te consome por dentro"). A Giselle, coitada, começou a passar mal só de imaginar a situação, a melecagem.
O cara, dirigindo, achando que tava tudo bem, ficou mexendo no vidro elétrico que tava enganchado e ... era a menina lá atrás na maior atividade.

Quando ele olhou ( kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk) fez uma cara de nojo e raiva... impagável! Pensa que ele reduziu a velocidade nesse momento dramático? Aumentou! Queria desesperadamente se livrar dos passageiros. Passava dentro de buraco, ultrapassava quando não devia, cantava pneu. Gente, o que era aquilo? A gente tinha tanto medo, mas tanto medo de ele bater. Até que a senhora disse "Meu senhô, eu já pedi pra parar aí que a menina aqui não está bem". Ai ele "Foi? Ouvi não! É a primeira vez". E ela "Já tinha dito sim. Né não, bixinhas?" (olhando pra gente). Ele não contou pipoca e já entrou direto no primeiro posto de gasolina que viu.

Eu ria, como eu ria dessa situação.
A Giselle... ok, não precisamos comentar o torpor.

O véi olhava com tanta raiva, fazia uns comentários fracos e ainda deixou a outra garotinha cor-de-rosa na porta do carro enquanto abastecia. Tive que chamar pra ficar do lado de fora senão a menina (miúda, por sinal) era capaz de se perder dentro do carro. O cúmulo foi ele colocar a culpa na mulher... como se ele não tivesse interesse no dinheiro que ia cobrar pela carona. (pffff, sem comentários). E lá voltou ele com um copinho de café e umas balas (que ia abrir enquanto dirigia, claro, da forma menos segura possível para nossas vidas).

Como esse cara corria, como desviava de buracos, como era desleixado. Depois começou a confusão. Foi um carro capotado no meio da rua que ele parou pra ver o que tinha sido. E ainda abriu a boca pra dizer "Foi nada não, morreu ninguém, aliás morreu que a ambulância tá aí". E a mulher foi questionar que era preciso IML pra saber se alguém morreu. Gente, o que foi esses dois até Fortaleza discutindo sobre vida e morte, risco no trânsito e velocidade alta. O homem se virou pra trás (ele estava ao volante, lembram? alguém faz isso em sã consciência? se vira pra trás ao volante? só pra discutir com o passageiro? ok, sem comentários) e dizia "Minha senhora, eu vou dizer uma coisa muito séria pra senhora: esse carro aqui tem um seguro muito bom, 18 mil reais, e eu dirijo há 30 anos, a gente não tem que ter medo da morte porque quando for nossa hora ela chega" (filosófico, hein? meio literal, inclusive). E eu do lado dele, com ódio porque ele fazia tudo de forma lerda, sem um pingo de atenção.

Depois, quando finalmente chegamos em Fortaleza, depois da 1 hora mais sofrida do ano, o véi banguelo desovou a mulher com as crianças perto do terminal do Ant. Bezerra e depois deixou a gente na UFC - Pici.

Gente, eu to viva! Isso é tudo. Pode ser que mais tarde as forças estejam recuperadas e consiga falar mais. Por enquanto, só consigo rir e ficar indignada. Não necessariamente nessa ordem.

26.7.08

Far ... in space


2001 - A Space Odyssey. É muita informação. Espera, realizei um sonho de infância, vou assistir de novo. E acho que muitos "de novo" depois ainda vou ficar com cara de tacho. Ok, é lento. Mas, foi feito em 1968, é clássico, tecnicamente o homem só pisou na Lua em 1969 (e Kubrick já jogava homens nesse espaço um ano antes), os efeitos surpreendem e a estética tem pontos beeem interessantes. É referência demais. [Só vai vendo!]

16.7.08

O movimento é vital



Assisti Billy Elliot. E estou nesse momento com a cara de "não sei". A mesma cara de quem se vê frente a um desafio pequeno pra alguns e grande pra outros. Coisa semelhante ao que ele mesmo mostra quando quer mais que tudo a liberdade do movimento. Porque o movimento é, sim, vital.

Ontem soube que vou participar do Intercom (XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação). "Não sei". Mas, garanto que a emoção é bacana. E o sorriso de alívio vem logo depois. Alívio, alegria, movimento, rodopio da mente. Coisas dando certo. O artigo Frankenstein está feliz, "fashion" e "cult". Então, quarta-feira vou fazer fotos da companhia de dança de ballet cearense. A mesma que estamos levando no artigo do evento. E eu "não sei", mas isso tudo tá sendo muito legal :) Liberdade para o movimento do sorriso. O corpo fala, comunica e completa ciclos. Vida!

11.7.08

Superpoderes

Às 20h, num QG chamado MSN:

Amigo da Aquariana: - Meu sonho de consumo é ter Control_Z na vida
Aquariana: - O meu é encontrar as coisas certas com Control_F

4.7.08

kkkkkkk

- A gente tava no Dragão, e o Thiago: "Olha, os amigos dela"*
- Valha, kkkkkkk.

* Leia-se: pessoas com pegada fashion, usando cabelo black power, roupas S&C, gente que conversa e ri, usa umas sandálias engraças e uns sapatos kitsch.

Penso: kkkkkkk Isso só acontece comigo mesmo. Logo eu que na melhor das hipóteses uso minha sapatilha verde. kkkkkkkk OK. Verde é meio hype. Mas adoro.

3.7.08

É férias...

Para a maioria dos mortais, especialmente os pequenos - do ensino fundamental para baixo - é férias. No prédio, a invasão do estacionamento já se fez ao som de passinhos correndo, pares de chinela nos cantos do pátio e a bola rolando, até se ouvir "gol!". Na rua, lá fora, as mães passeam com as crianças arrumadinhas, passeando, conversando. Acho tão leve, tão verão, tão sonho de consumo. Mas não é férias para mim. São tantos os motivos para se pensar - monografia na veia até o fim do ano, um período hard. De stress, então, nem se fala. Queria não pensar. Aliás, não ter motivo pra pensar. Mas a realidade chama. tisc tisc
Gotan City é um problema.
Metropolis também.
Aqui, idem.

(E o que leva alguém a postar sobre assuntos chatos? Não devia ser só alegria? kkkkkk)

Ontem assisti Wall-E. Cara, que inveja das crianças de hoje. Tão novas e já começam a ver filmes como esse. Nos anos 90 a gente assistia coisas com uma outra visão de futuro. Wall-E é forte, uma história que na minha infância não era comum em desenhos animados (tirando Capitão Planeta e alguns poucos). Fiquei agoniada do começo ao fim do filme. Angústia mesmo. Amei. Indico demais. Afinal, é férias para a maioria de vocês :)

28.6.08

E não te custa nada mais que tempo...

Como diz o Louro José: Oh a situação!

>> Gripe? Básico. Depois de uma semana sustentando as fábricas da Coristina-D e da Necta Floral (Mel com Própolis e Romã é "coisa linda de Deus!"), depois de muito espirro e tosse, eis que as forças voltam e as idéias ressurgem para continuar o processo monográfico. Ou melhor, a gestação monográfica. Ainda nem sei se é menino ou menina, mas já dá chute e irrita! kkk

>> E, se a sexta-feira não foi legal, o sábado começou bem. Sabe quando a pessoa está procurando respostas e elas chegam em cadeia? Primeiro: encontrei uma lista de livros que queria achar há muito tempo (PRECISO LER, na verdade); segundo: lembrei de como me afastei dessa coisa de "ler" livros acadêmicos nos primeiros semestres (caramba, como o tempo passa rápido e ao mesmo tempo tanta coisa acontece e você se encontra no olho do furacão); terceiro: entendi que cada um tem seu tempo, não dá para atropelar ou ignorar os obstáculos que vão brotando ao longa da vida em prol dos objetivos que gostaríamos demais de realizar e vemos outras pessoas conquistando similares ali, bem na sua frente. De certa forma, não é a primeira nem a última vez que verei isso. Acontece. O melhor é nunca desistir. Ou desistir logo, no início, se não for a melhor escolha continuar. Pelo menos, é o que meu "eu-lógico" entende no momento. :)

>> Ok. Fui ao Circo Europeu Internacional - sessão das entradas na faixa (vide: lisos) - e estou vivendo!!! O globo da morte com 5 motos dentro existe, gente, é real! Eu não tinha acreditado muito quando comentaram sobre o globo lá no italiano, mas tuuuudo bem! Comi algodão doce, ri das palhaçadas (tudo bem que antes eu já tinha achado mais graça das roupas das tiazinhas que ajudam os malabaristas e tal), e adorei o tempo nublado hoje em Fortaleza. Poderia ser assim mais vezes! :)

>> Presente de namorado. 3 anos de namoro é um "tempo" tão engraçado. Você conhece a pessoa, ela já conhece suas reações, ou boa parte delas, e ainda assim parece que as surpresas restam aos montes para serem descobertas. A pessoa olha livros e lembra de você, fala com outras pessoas e lembra piadas internas, olha filmes e quadros... e pensa no que o outro iria achar, assiste às crianças no meio da rua e pensa se vai ser um bom pai. Sem ser feliz 24h por dia, mas todos os dias com uma lembrança boa. Acho que hoje ganhei um presente bem legal para agregar mais minutos de "lembrança boa" na cota do dia. Nem sei se isso é descritível, mas depois de conversas, ganhei um carão do tipo "nunca duvide", um sorriso do tipo "paciência porque te amo" e alguns abraços do tipo "nunca solte". Ok. Vários presentes em um. Ah e vários "eu queria te dar um livro". Isso às vesperas da monografia é quase o papai noel se antecipando. Ahahaha.

"E não te custa nada mais que tempo..."
Paula Toller - À noite sonhei contigo

25.6.08

Sob as águas

Fonte da imagem: Site do Masp / Claude Monet - a canoa sobre o epte


Nem parece que o caminho está sendo cheio de curvas e micromovimentos.Mas, está sendo um pouco disso e mais. As idéias fervilham, o calor das informações recentes incentiva atenção o tempo todo. Em julho, talvez consigater o esqueleto da mono, e o começo pesado está chegando também. Incrível como tudo é uma reação em cadeia. Se a gente se prepara logo, as coisas parecem menos difíceis depois. Se a gente desacredita, o projeto não segue como a gente gostaria.

Ligeiro silêncio. Queria as águas do Epte e uma canoa...

Tudo está
no som. Uma toada.
Raramente uma canção. Devia

ser uma canção - feita de
minúcias, vespas,
uma genciana - algo
imediato, tesoura

aberta, olhos
de uma dama - despertando
centrífuga, centrípeta.

William Carlos Williams - O Poema (tradução de José Lino Grünewald)



17.6.08

Foi massa! Foi Woods!

Fonte da imagem : NYTimes 17.06.08 - Tiger Woods rallied to leave Rocco Mediate empty-handed after 19 playoff holes at the U.S. Open.

Nem tenho muito o que comentar, porque não entendo tooooodas as regras do jogo. Só sei que foi uma competição muuuuito massa do começo ao fim - e aprendi mais sobre as regras também ehehehehe (olha o que a osmose faz com uma pessoa). Nem sou torcedora fanática de golfe, mas às vezes aparecem essas pessoas como o Mediate e o Woods que fazem um torneio ser mais emocionante. Eu vi pela televisão, transmissão ao vivo da ESPN, e cada intervalo comercial era uma aflição. Ai ai... Nas palavras do próprio Woods: foi um dos melhores torneios que já vi, tanto pela superação individual de cada adversário ao longo da semana, quanto pelo empenho em cada tacada no torneio. E olha que o Woods fazia cada careta de dor por causa do joelho recém-operado e "recuperado" que parecia que não ia aguentar até o final...
= ~~

12.6.08

Ok, Go!



Dia dos namorados.

Ok. Bom para alguns, péssimo para outros, irrelevante para algumas pessoas. Este blog marca "X" no terceiro quesito. (heheheh) [Nada pessoal, não é falta de sentimentalismo, apenas no momento coisas de mais "contiudo" fervem e esse post é praticamente um surto de emoção]

Amanhã, reza a lenda, partimos rumo a uma das mais antigas capitais brasileiras, que também já foi alvo da cobiça dos holandeses lá pelos idos anos do século XVII... [Lembrei do tom usado pelos professores de história nessas horas]

Ok. Quero comer bolo de rolo e cuscuz com charque, ir aos instituto brasil-itália e brasil-alemanha, passar no Mercado de São José, passear de barco na "Veneza brasileira". Só não quero ver o contador de homicídios na esquina da Joaquim Nabuco com a Guilherme Pinto, no Derby. Vou precisar respirar fundo antes de pisar numa das capitais brasileiras com maior número de homicídios... Ai Jisus!

Mas, força, bola pra frente, que o destino é gol!
[Toda uma imagem do Sport nesse momento]
Uhuu!
Fui!

24.5.08

Saudades...


Alguma coisa acontece
No meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga
E a Avenida São João...
Sampa - Caetano Veloso






Sim, agora a atenção se volta para outros rumos. Mas, bem que eu queria voltar lá... e permanecer.

20.5.08

Habemus Orientador

Se eu corro? Oxe!
Vivo assim.
kkkk
Mas, uma hora cansa.

Anyway:
voltamos para o mesmo rio e já não somos os mesmos.

A boa nova da terça-feira chega com os sorrisos que a segunda-feira roubou.
Nada como um dia depois do outro.
Ora, ora, vejam só. Habemus Orientador!
Sim, agora parece que vai.
E vamos lendo, lendo, lendo até dar sono.
Dormindo cedo para acordar cedo e ter mais tempo
para dizer que não se tem tempo.
kkkkkkkkkkkk

Ê-lê-lê

14.5.08

Dias e noites


Algumas coisas, conforme o previsto.
Outras, tão longe disso.

Seguinte: postagem de despedida atééééé o Deus-dará de segunda-feira.
Tô chegando em breve na Latitude 23°32.0'S com Longitude 46°37.0'W
do Brasil. Lááá onde os bandeirantes botaram pra quebrar no século XVIII
e, um tempo depois, o pessoal fez do café o novo ouro brasileiro.

Sim, Sampa, here we go!
E juntos: papéis, pensamentos, vontades e o tempo... contando!!!
Jeronimoooooooooo

10.5.08

Mayday

Qualquer palavra posta aqui vai soar diferente.
Vai nevar, fazer sol, tsunami, furacão.
Tudo junto.

Isso é porque vejo mudanças.
Bruscas.

A partir de agora terei menos tempo para vida social,
mais horas de stress, mais idéias por hora, mais medo,
mais ironias, mais pedras no acelerador.
[Preciso avisar meus super-heróis]

E hoje houve pizza, escritos, capítulo novo de Lost,
chuva e comemoração porque meus anticorpos
venceram a virose.
Bravos soldados!

Ouço música por um dia melhor.
Freedom.

"But I'm feeling the pain of all
these bags in the way,
And I'm thinking you're
just gonna run away,
And I can't catch you"
Sixpence None the Richer - I can´t catch you

7.5.08

Um caso clássico


Ok.
Se a Magali sustenta o consumo das plantações de melancia,
eu sustento a fábrica da Mentos.

[ risada de dominação do mundo mode on: huahuahuahauhaua]

Tá. Pode ser demais.

Mas, pelo menos a barraquinha do tio em frente à faculdade,
a dona da banca ao lado do estágio, o tio do mercadinho do lado
lá de casa e os vendedores ambulantes que passam pelas ruas...
Com certeza, encontro com eles algumas vezes por semana em nome do
brand of mints mais legal de todos os tempos.

[Eu: praticamente uma criança feliz com doces]

É.
Digamos que eu sou a Magali dos Mentos.
kkkkkkkk

[E hoje que descobri o Mentos de Melancia, então tudo faz sentido]

Mas, NÃO, eu não misturo Mentos com refrigerante.
Isso não é coisa de gente de bem.

Se bem que na falta de champagne, o efeito é o mesmo.
\o/
Já pensou na premiação da Fórmula 1,
os pilotos jogando Mentos nas garrafas de refrigerante?
Ô Felicidade :)

Falando nisso:
Alguém ae já visitou o site da Mentos?
http://www.mentos.com

hehehehehe
Divertidíssimo.
[E olha o superlativo* no sambódromo aí, geeeeente!]
¬¬

* "Superlativo" é influência total da professora de laboratório de rádiojornalismo.

PS: Para que o Vita C, a Pastilha Garoto e o chocolate Crunch são sintam ciúmes: também adoro vocês! =***

3.5.08

PS I love you

Não sou boa crítica de filmes. Na verdade, vou assistindo todo tipo de história que aparece pelo caminho. Algumas realmente não vejo com frequência - tipo umas que só tem efeitos especiais, pancadaria e briga - não sei se vou saber aproveitá-las. Posso ser menos útil pro filme do que ele pra mim nesses casos.

Durante uns meses, fiquei longe das comédias românticas - estava começando a perder o espírito esportivo e achava tudo igual. Mas, recentemente, voltei a encontrá-las. Ou elas me encontraram. Que seja...

Vejamos. Mmmm: PS - I Love You.

Tem título mais clichê? Assim, achei que "PS I LOVE YOU" ia ser um filme divertido, legal de ver depois de estudar. Tinha uma mocinha, um mocinho, um morria, o outro vivia...
No entanto, no entanto... Quem disse que a história fica mais fácil pra quem continua vivendo?

Bom, acho que esse é o tipo do filme que só vai vendo mesmo pra poder emitir alguma opinião mais consistente. Gostei, bastante pra ser sincera. Cada um tem seus motivos para gostar ou não. O roteiro, na minha opinião, foi um dos trunfos, porque é tooodo um processo esse filme, toooda uma catarse (como gosta de dizer uma amiga minha), e tem o cenário lindo da Irlanda, as relações familiares, as músicas. Bem "bunitinho". Guardarei boas lembranças.

24.4.08

O cúmulo da vez

Ok. Chega de trabalho, projeto de monografia, livros se acumulando, gente estressada no ouvido, celular tocando sem parar, conta chegando, família que só almoça ou janta vendo televisão, luz forte de computador, troco de 1 centavo que nunca é entregue, falta de tempo pra estudar, gente pedindo ajuda e você sem poder ajudar.

Vamos viver, literalmente, à luz dos conhecimentos atuais da televisão brasileira sobre o mundo jovem e sua representatividade :) Uhuu! "Arrepiou"!

Bom, eu estava assistindo televisão - numa dessas raras vezes que consigo ficar mais de 15 minutos longe do remelexo da vida - após horas resolvendo abacaxis. Uns segundinhos zapeando canais e lá fui parar na novela Floribella. [Há quanto tempo eu não sabia que essa novela ainda era exibida!] Agora com temporada nova e tudo! Muita cor, muito take de paixão teen, muita música. Ai como eu queria ser assim: ter a vida com trilha sonora, uns amigos "ligados", um quarto pop, gogó pra cantar numa banda legal, fazer pose pras fotos, com temporadas e temporadas de histórias divertidas. Gente, a vida podia ser um seriado! [Detalhe: seriado, e não novela mexicana! kkk Lembrei do Hugo agora]

Ok. Mas é sério! Não acho ruim essa alegria. Acho inclusive bacana ter "atitute", "mandar ver", "teclar com a galera" e "tirar onda". [O que me encucou foi uma coisa mais subjetiva] Os eletrodomésticos deles, por exemplo, "irados". As roupas, as meias, os tênis, os cabelos, a decoração do ambiente... E eu aqui, sonhando em ter uma máquina de lavar, descubro que trabalho mais que alguns personagens dali e ainda não consegui viver essa "realidade". E, de repente, caramba! Como é chato ser mortal. KKKKKKK. Ê lê lê! Foi o cúmulo da vez.
[Pobre criatura, embalada pelo sonho químico do consumismo]

Porque ver pode, sonhar também, mas "ter"... eis a parte mais complicada.
E agora num sei mais nem se eu quero. Kkkkkk.
Cansei.
Qual o próximo canal, "please"?

12.4.08

Outras ondas

Un gatto nel blu guarda le stelle,
non vuol tornare in casa senza te.
Sapessi quaggiù che notte bella,
chissà se un gran dolore si cancella.
Un gatto nel blu - Roberto Carlos


La la la la



A pessoa gosta de rádio e inventa de ouvir a Acre FM pra saber o que rola do outro lado do Brasil. De repente, adivinha?
Roberto Carlos truando em italiano.


^_^


Il re! Il proprio re!!!
Eu que não tive por muito tempo avô nem tio ouvintes de rádio
para colaborar com minha educação sonora, perdi essa informação
histórica de que o rei tinha gravado em italiano.

Hehehehehe

Adesso, davvero, me vado per studiare.
Va bene!
Arrivederci!
Tanti bacci!

8.4.08

Os argumentos de hoje

Olha só que interessante. Hoje não tenho nem idéia sobre o que escrever. Principalmente agora, em tempo de chuva, quando a vontade é só dormir. [Ah, meu colchão... :)]

Ok. Podem rufar os tambores.
Os argumentos de hoje são: cansaço, stress no trabalho, coisas para estudar e cotidiano sedentário. Tá bom que nem tão sedentário assim, mas convenhamos: andar não é tudo.
[Ah, meu ballet... saudades]
Quero fériaaaaaas.

Vale dica de filme ae?
>> August Rush e The Water Horse - Legend of the Deep

2.4.08

Crianças, não façam isso

Quando eu comecei a tossir e suspeitar de que uma gripe se aproximava, corri para comprar um pacote de Vita-C. O que o medo de pegar virose não faz com a pessoa: pego logo 2 e começo a mastigar, brincando feito criança. Pra quê? Chega uma pessoa pra tirar dúvidas sobre um texto, chega outra pessoa para me cumprimentar e eu lá com os 2 Vita-C nas bochechas – sentindo-se o próprio Kiko, a coitada. E o povo querendo que eu fale, e a boca cheia de bombom. Não, isso não se faz. Vergonha. Shame total. [Tá! Podem rir] Pfffffffffff

28.3.08

O que te faz feliz?

Não. Este não é o comercial do Pão de Açúcar.
Sim. É uma pessoa surtando às 2h da madrugada.
Por que? Vou descobrir um dia.

Sobre o que faz alguém feliz... Eita perguntinha complicada.
Porque a resposta não é simples. São muitas respostas com tão boas intenções. Parece assim que a vida tende a ficar numa engrenagem onde as coisas não vão mudar, onde existe chão e tempo para cada movimento. Ou pode ser o contrário: isso tudo vira uma montanha russa instável, que te faz infeliz minuto a minuto. Ou um pouco de tudo isso.

Aí, uma coisa pequena acontece. Uma coisa que antes nem chamaria atenção. Sabe quando tudo o que falta é uma mudancinha? Da gente pro mundo, não o inverso. Algo que lembre os motivos pelos quais você ainda está onde está? E para onde vai?
Um caso a se pensar.
Agora com certeza, apesar da madrugada.
Ou, outra hora.
Pressa pra quê?
--------*--------

26.3.08

Mais um post brega

Sim, tenho problemas com raios e trovões.
Raios me dão medo porque são imprevisíveis.
Trovões tiram meu sono.

OK. Sobrevivi ao 23 de janeiro em Fortaleza,
mas quem garante que ficou tudo bem.
Que março tá um chove-não-chove na capital ainda vá lá.
Agora, essa brincadeira de raiarada na minha janela num dá.

Enfim, assisti o Lost 4 episódio 8.
O que era bom está ficando mais doido.
Mas, gosto dessa série. No começo achava os diálogos meio previsíveis porque as ironias eram parecidas, as falas dos personagens mais irritantes eram tensas na mesma proporção, e achava esquisito pra caramba aquele povo não usar roupas com estampa.
Parecia que tudo era escrito por uma pessoa só. Aí o tempo foi passando, eles foram aloprando nas tensões e nos flash-back e flash-after (kkk essa eu pensei agora)...
Só sei que atualmetne continuo gostando e assistindo como se fosse A novela mexicana.
Hehehehe É A diversão.

Bem que fazer projeto de monografia poderia ser divertido assim. Tem muita tensão, capítulos quase infinitos, a paixão pelo tema, as dificuldades de achar bibliografia, a vontade de sair dessa loucura chamada "pesquisa", ou seja, todos os ingredientes.

OK. Mais sobre isso e o post fica brega demais.
A falta de coragem para escrever me impede de continuar.
Ê lê lê
\o/

12.3.08

Alguém me avisou...

Ow psiti.
O tempo avôa!


E ruuuuuuuge.
Até cansa a cumade.

E os planos para o feriadão?? É a enquete atual do povo.
(Ao menos não me perguntam do BB8)

Poisé, não sei. Espero que seja muito bom, ou seja, que sobre tempo para ler a pilha básica de livros que se amontoam nas anotações e recomendações do mês. (Vamos rir porque essa possibilidade é quase nula) Cada livro vai chegando e prometendo tanta coisa... As páginas abrem mais dúvidas, essa é a verdade. Algumas linhas ajudam com uma ou outra idéia, mas é quase o Lost. Isso vai ser uma catarse...

Em breve, festinha de formatura do pessoal da Comunicação Social - UFC.
Algumas horas depois, provas. (Ah, isso está sendo uma das rotinas mais especiais desse ano)
Só sei que preciso assistir a um bom filme de comédia. (Sugestões?)
Preciso também de chocolate e chá gelado.
Ah, e escrever menos entre parênteses e colchetes.
:P
Mas, o sono chegou. Veio alegre cantando "Olho nos olhos, quero ver o que você faz..."
kkkkkk Eu vou dormir!

------- * --------

Foram me chamar
Eu estou aqui, o que é que há
Eu estou aqui, o que é que há
Eu vim de lá, eu vim de lá pequenininho
Mas eu vim de lá pequenininho
Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho
Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho
[Alguém me avisou - By Maria Bethânia, Caetano e Gil]

29.2.08

A vida é você que faz


Porque o momento pode ser eterno e imperfeito.
E o feio será o próximo hype,
a razão para você conhecer um novo mundo.

Mais um capítulo da vida está começando.
Uma temporada sobre os domínios psicossomáticos.
Balaieira andando na calçada, florista cantando,
palhaços e pássaros alegram crianças...

Câmera, ação!


"Consta nos astros, nos signos, nos búzios
Eu li num anúncio, eu vi no espelho, tá lá no evangelho,
garantem os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz"
Dueto - Chico Buarque

25.2.08

Uma longa semana

E teu sorriso invade o meu sorriso
Botão de rosa numa noite de domingo
Não falta motivo para a semana começar bem

E ainda é fevereiro? Oh, Céus!
Os dias estão mais lentos ou eu ando acelerada.
Não pode, não pode, não pode.
E aulas? Ai ai ai. Essa semana vai ser loooooonga.

22.2.08

Dun dun dun

Queria um canto, um sopro, um chão
E nem metade da minha espera cansa
Pode tentar
Queria sair e ver o mar, beber mate leão
E nem sei por onde começo
Pode cantar
Mas, às vezes, penso sério em desistir e me deixar pra lá
Pra que tanta resistência se não saio do comum
Quero ter lucro de felicidade, e demora tanto a vir
Então, vou ficar aqui, bem a vontade, esperando o tempo me engolir
Porque na pressa eu me perco e fico cega
Só a calma me faz rever o canto, o sopro, o chão
Só queria novidade
Nem tudo é mistério
E nessa tal atividade
Aprendo a viver

Ando mutante de mim. Ah, e nem um pouco à vontade com a vida. Questionando tudo, as respostas principalmente. Levantando poeira com a sandália, chutando bola de papel. Ando um saco. Tô aprendendo a dizer não na mesma proporção de dar respostas duras. Uma resistência doida à calmaria. Procurando novidade, contando as horas. Impossível até pra si. Mas, alguma coisa vai acontecer. Isso é um relógio humano. É quase uma adivinha. Como diz o Lock, "vai chover ".

Imagem: Lady with and ermine, by Leonardo da Vinci

18.2.08

Pé no chão?

É estranho como nem sempre a gente nota como é bom ter saúde e ter uma vida quase normal. Eu pelo menos, acordo, olho pro céu e adoro só o fato de poder enxergar. No momento, acho tudo isso mágico.
Ter uma vida já é uma coisa sem precedentes, imagina ter uma vida com um pouco de saúde, uma cama bonitinha pra dormir e rede opcional, um canto pra estudar e outro canto pra trabalhar. Tudo isso mais um salompas no pé porque você quis bancar a criança e disputou chinelão no Dragão do Mar. É uma coisa tãaao legal.

E pensando nisso eu nem me lembro que existe rotina, se existe ou não vida depois da formatura ou se metade dos sonhos vão se realizar. Esqueço de contar quantos passos as pessoas dão nos quadrados das calçadas, não reparo em poás nem me preocupo com a numeração das coisas. Ah, e como é bom tomar sorvete! Aff!!! Se todo dia eu tomasse sorvete seria tão bom. Se existisse sorvete para todos, o mundo seria mais feliz. Os soldados nas guerras, os médicos sem fronteiras e as vítimas de todas as doenças. Os velhinhos na praça, os recém-nascidos, os alunos, os professores. Os presidiários, os trabalhadores domésticos, os empregados e os desempregados, os sem-teto e os sem-terra. Os índios, os seminaristas, os turistas. Seria no mínimo, refrescante.
As coisas simples são incríveis.
Agora, vou voltar para a coisa simples chamada trabalho.
Hehehehe.
Deve ser efeito do Salompas associado às leituras do jornal de hoje.
hauauhauauha

14.2.08

Valentine´s Day

Porque hoje meio mundo comemora Dia de San Valentin.
E eu, boboca, acho isso legal. Daí lembrei da música "caipira"
que a gente ouviu recentemente e comecei a rir.

If you were the wood, I'd be the fire.
If you were the love, I'd be the desire.
If you were a castle, I'd be your moat.
And if you were an ocean, I'd learn to float.”
Barry Louis Polisar - All I Want Is You

10.2.08

WWW - Wait, wait, wait *

"Bom dia!", diz o raio de sol passando pela janela.
"Bom diaaaaaaa!", responde a menina que acaba de acordar ao som de Jovem Guarda - porque isso é comum em Fortaleza, os vizinhos ficam ouvindo esses ritmos no domingo em alto e bom tom, aí sobra para os outros vizinhos que ainda estão acordando hehehehehe.
Mas é tão bom, bom-bom-bom (quem quer pão, pão-pão-pão kkkk) resolver problemas que hoje tudo mais é lucro, by Nelson Ned: tudo passa, tudo paaaaassará

* Porque não basta digitar endereços eletrônicos. Às vezes, paciência é tudo. Encontrei essa "expressão" num site e foi obra de um paulista. Esse é o espírito.

7.2.08

Oh vida...

Sabe aquela cena do Tornado, com o povo no olho do furação se segurando pra não sair voando pelo mundo? É por ae...

Tem momentos na vida sem preço e situações de total perturbação que podem mudar tudo. Coisas na vida que fazem a gente querer desistir de tudo, perder a esperança na humanidade, na família, na sua coragem pra estudar mesmo com som de reggae vindo do quarto vizinho. Veja o que é uma família "eclética". Além do Creu, ouve-se Reggae. ¬¬

Eu era uma pessoa impaciente no tempo do vestibular e mesmo antes disso, batia a porta do quarto pra conseguir estudar, levantava mil vezes pra baixar o volume da tv de quem é meio moco e só ouve novela nas alturas. Antes eu ficava com muita raiva e tacava o dedo no ouvido pra conseguir entender os textos ou raciocinar as coisas. Mas, a dinâmica da vida me ensinou que isso nunca teria fim e era melhor poupar a tapação de ouvido antes de acontecer coisa pior (vai que um dedo engancha...). Aí, eu olho pro teto e pergunto: "porque eu?" (tão sem vida, quase uma múmia com mal de Byron)

Hoje eu sou até paciente considerando a conjuntura sócio-econômica-
holística-estagiarista-faculdadística-monografandística-balletista-sonhadora-etc-etc-etc.
Além disso, entre outros tre-lê-lês, a pessoa aqui acha que um dia vai passar em concurso público e fugir um pouco dessa rotina louca, viajando pelo mundo.

Tudo bem, as coisas não vão mudar do dia pro outro. Tem toooooooooooooooooooooodo um processo de enfrentamento. (coisas internas, ninguém precisa entender esse post, é só pro meu ego reafirmar que não é normal)

5.2.08

Fevereiro começando...

Eu quero ficar uns mil anos sem ir à praia.
(Hahahahha nem eu acredito nisso, mas enfim... não vou discutir com doido)

Não vejo televisão desde domingo, não li jornal nem atendi celular.
Foi a pausa de vida urbana que eu pedi a Deus.
E foi bom.

Tudo bem que eu me senti menos humana porque só conseguia sentir saudades do Jerez, meu violãozinho, mas a gente não morre por isso, né? (Meus patins vão me perdoar!!!) Tive cãimbra no pé 2 vezes, comi pipoca, tomei refrigerante (Ok, vou tentar me afastar das drogas na próxima vez), conversei e ouvi conversas até meia-noite, ouvi galos cantantes, não tive pesadelo, deixei "meu" mp3 se expor na medina, ri e não consegui evitar a fadiga de estudar. Conheci Majorlândia de perto e Canoa Quebrada por "osmose", descobri que existem várias estrelas com luas e canoas quebradas pela praia, sem esquecer do mela-mela no alheio, um bombardeio violento.

Vamos voltar no tempo? Ah, diz que sim siiim! Toda uma realidade pesando de volta... Ai ai. Queria nem lembrar. ¬¬

Já sei! Vou ficar rica e poderei convidar pessoas para se divertir no meu casarão de praia, com quadra de vôlei e tênis, pula-pula, espaço para patinar e psicina para quem quiser. Teremos sucos, frutas, biscoitinhos, sanduiches e músicas legais com hologramas das bandas tocando no jardim. Aí, quando eu encontrar um significado mais convincente pra palavra "ilusão", dou-lhe um peteleco.

Então vamos encerrando isso por aqui, tocando violas na porta da casa grande dos sonhos,
futura Maison Leão.

"I'm always tryin to keep it real,
Now i'm in love with how you feel,
I don't see what anyone can see,
In anyone else,
But you"
Anyone Else but you - Michael Cera and Ellen Page

31.1.08

Porque a "normalidade" não é muito comum


Não é nem pelo fato de ser um filme bacana.
Mas, pela simples graça de ter sido um presente de alguém muito gente fina, muuito legal comigo. Nos conhecemos há quase 3 anos (meu número favorito) e tem sido uma revolução. Porque a "normalidade" não é muito comum com a gente. Estou "104%" certa disso. É tão difícil achar pessoas, como o pai da Juno diz, "que aceitam você como você é, pelo o que você é e continuam gostando disso".
É difícil e diferente.

Vendo Juno eu percebi tantas ironias. Tantas.
Nem que fossem só as piadas internas comigo mesma.
Nem que fosse o fato de se identificar ou entender um pouco de cada personagem, tudo de uma vez. Talvez o retrato de um tempo que não vou esquecer. Porque começar uma vida na contra-mão pode ser a melhor alternativa se for a que você escolheu. A alternativa.

Se o mundo não é perfeito (e ele "não gira, são as rodas do Gol que giram" - adorei esse comercial pretencioso da Wolks), então porque a gente busca isso? E o pior: a gente encontra! De vez em quando...

Na vida do outro, parece fácil esperar e cobrar o melhor,
e admitir medo e perda pra si. Parece estranho e comum.

Bom, sabe o plié, o degagé e o geté? É hora de ir.
Agora, lendo o post anterior levei um susto.
Caramba, eu tava com muito sono e ainda muito lesada de tanto que eu ri.
Como é que saiu tanto nome difícil.
Eu com sono e um nerd bêbado são a mesma coisa.
Não falam coisa com coisa, às vezes.

Bye, povo! Inté.

30.1.08

Vai rolar a festa! O povo do gueto...

Se melhorar estraga.
Quem precisa de super bailes quando existem super amigos? Você só vive uma vez. Esse é o espírito.
De fato, nem tudo é cor de rosa. Mas, é pra isso que existem as outras cores.

E lá vou eu alegre e saltitante para mais um dia de estágio feliz, com pautas em cima da hora e fontes atrasadas. Saio 13h para almoçar e vou no rumo do Espoleto saborear farfallas e raviolli com seus 8 ingredientes legais. (Culpa da Carol que me ensinou o caminho da perdição) Fui de Combe, claro, como toda boa Little Miss Sunshine para ficar no prego logo depois. Lindo, lindo. Éramos dois a rodar e rodar e rodar...
E eu me sentindo o Robin dizendo: Oh, Minha nossa! Santa Bateria Arreada, Batman!

E lá voltava a pobre criatura tola, após ajudar a "estacionar" (expressão forte para um carro moribundo sem bateria) a Santana (vulgo Combe), enebriada pela alegria de achar que tudo fazia parte de um plano digno de festa surpresa no meio da rua, em clima de pré-carnaval com o coletivo da minha sala animando bandeirinhas.
Qual o quê?
Não mesmo! Não havia choro nem vela pelo menos pra animar a virada de rua, a esquina, a porta dos desesperados. Nada. Simplesmente o vazio e a indecisão sobre o que fazer naquele momento: Ir para o North Shopping encontrar o povo e deixar a Santana ali, largada ao vento, ou ir ao encontro do help (vulgo Reboque) dos aflitos? Nada. Não havia muitas opções. Daí o negócio foi tibungo no banho para correr, pegar um "Ant Bezerra Messejana" lotado e chegar às 18h. Viva, sã e salva.

E lá foram chegando um a um os fiéis escudeiros. Tão felizes. Tão cheios de histórias contundentes. Nossas férias praticamente não foram férias, embora os esforços tenham sido grandes. Mas, somos bravos guerreiros, impávidos colossos. Pfffff. Então, depois de uma sessão indecisão e viva ao Burger King (prima volta per me!), eu e Terê, sorrateiramente e rápido como quem rouba doce de formiga, descubrimos o esquema dos brinquedos no parquinho. Foi a comédia mais dramática e o drama mais comédia que já vivi em dia de aniversário.

Pausa para mais uma crise de risos regada a choro mnemônico (a expressão mais cabível aqui)
de alegria e cãimbra nas bochechas.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Karaokê, basquete, jogo de rebolar a ficha na mesa, autorama e outra dose de karaokê.
Sim! Porque não são só os seresteiros e os japoneses que gostam de cantar com letra colorida mudando de tela!!! Yes, nós também cantamos! Mesmo com a duplinha Sr. e Sra Brega Night tentando a todo custo pegar o karaokê, anotando as músicas que escolhemos e querendo que a gente passasse o cartão com a desculpa de "passe o cartão pra ver sua nota do karaokê", quando na verdade eles queriam usar nossos créditos! Sabidinhos... tisc tisc e um minuto de silêncio pra essas pessoas que moram mal e cantam mal e vêm falar da gente.
Kkkkkkkkkkkkkkkk.
Olha que a pessoa vir dizer que os 4 zeros do Start são a nota de um karaokê é budeguice!

BASTA! QUEREMOS PAZ!

Depois, pegar ônibus também pode ser uma mega aventura.
ALERTA!!! Crianças, cuidado.
Ao abraçar os coleguinhas na parada de ônibus, certifiquem-se
se não existem bebuns ousados no entorno para evitar sentenças gramaticais do tipo:
"Vocês são pessoas legais e você (Gê) é uma menina muito especial"
ANTES QUE ELE LEVANTE OS DEDINHOS IMUNDOS E TENTEM A FASE 2
(AGARRAÇÃO COM O COLETIVO ALHEIO)
FUUUUUUUUUUUUUUJAM!!!!
E tenham crises de riso em segurança: na parada de ônibus, ao lado dos cidadãos de bem.
Aí é só fazer figas para seu Parque Albano ou sua 03 chegarem devidamente regularizados e pronto: O dia foi só diversão!

Nesse momento "Vai rolar a festa.. vai rolar!" no fundo da rede, entre um dos mil pesadelos previstos para a noite. Mínima de 3 sonhos animados e máxima de 8 assombrados,
com diálogos parcialmente intercalados por muitas lembranças cômicas.
Boa noite!


Ao som de Guillaume Dufay.
Porque Cantus firmus é com ele!

* Agradecimentos especiais a quem inventou o esquema "Compre o sanduíche e encha o copo quantas vezes puder em 30 minutos" no Burguer King. Graças a isso tivemos a oportunidade de saber que somos capazes realmente de ir além do 1° copo de chá/guaraná. Graças a isso também descobrimos que nosso amigo Thiago é capaz de sentir mais fome que o normal, ou seja, ele alimenta várias Anacondas em sua barrigua tanquinho. Agora, todos nós paramos as balas da Matrix. Estamos reloaded até o pescoço!

29.1.08

All'alba vinceró!



Porque deixar os pés só o pó da brita depois de 120 min de ballet e dar ouvidos ao Pavarotti por quase meia hora non-stop pode valer mais que seu Mastercard e seu Visa juntos.

All'alba vinceró! Vinceró!!!!!!

Tem coisa mais "raíz" que isso? É a certeza de uma vida. É visceral.

E hoje o lunch foi suco de laranja com hot-dog, tá?
Só pra constar: decisões de última hora valem a pena. Eu assino! Ademais (luxo de expressão)... Ademais, não houve companhia mais gaiata no dia do que uma certa mocinha falante. Adorei.

Agora, meu voto no paredão dessa semana vai para aqueles-que-não-devem-ser-pronunciados. Aqueles que nunca têm tempo para uma entrevista, por mais que você passe uma, duas, três semanas na caça à fonte. Você, pobre estudante de jornalismo, que passa por essas coisas e ainda tem que ralar pra economizar o pagamento no fim do mês porque o futuro é incerto. Você, estagiário que anda de topic e sabe o que é parar num sinal e ter dor de cabeça de tanto forró que essa cidade ouve à base de letras impronunciáveis. Você, pobre condenado às 25 horas semanais. Você deve saber d que estou falando.
Mas, se não sabe, joga no Google, bem!
Que hoje tô cansada pra explicar. kkkkkkkk

Agora eu vou embora porque tem janta pra fazer.
E quem ainda não começou a estudar pro vestibular de 2009 vai levar puxão d´oreia hein!
Isso não é nem nunca pensou em ser uma "ameaça".
É só uma Cláusula Pétrea!

Então, eu me vou.
Freestyyyyle!!!

"Dilegua, o notte!
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All'alba vinceró!
vinceró, vinceró!"
Pavarotti - Nessun dorma

27.1.08

Vida...


Equilíbrio, pliê, pliê, pliê...
Com o tempo você se apaixona.
Com o tempo você adquire prática e associa isso a outras paixões.
Rodinhas inline, por exemplo.
Lindo, lindo.
E é preciso paciência, como tudo na vida.
Porque não é fácil dançar, principalmente ballet.
Mas, uma vez nisso, você nunca mais será a mesma.
E o gelo... é só uma coisa que ainda não está sob meus pés.


... O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ...

William Shakespeare

26.1.08

Ai ai...

Só os queixos. É basicamente assim que nós ficamos depois de um dia de oficina de rádio-escola. Principalmente porque hoje teve festa e muita, mas muita brincadeira mesmo. Pra tudo isso dar certo, a gente teve tanto trabalho. Quero nem lembrar. Hauhauha.

Na receita vai: atividades diferentes, chamar atenção de quem se dispersa, checar equipamentos, correr prum lado e checar o CD que vai ser utilizado, correr pro outro lado e tirar dúvidas do pessoal. Haja fôlego! E paciência... Até que BUM: dá tudo certo! :)
De repente, eu me senti um Ron Clark de saia, ou melhor, calça rosa. Huahuahuaha. "Aprender brincando e brincar aprendendo", esse é o lema. Sempre tentando deixar claro que ali nós somos um time, ou seja, o grupo só funciona bem se todo mundo participar.

Aí vêm as gravações, a prática de fazer notícias pra rádio, o descontrole e a emoção de segurar um gravador e mandar ver... Tudo a seu tempo. Mas, eles aprendem e fazem cada gravação massa! Aliás, a Escola Nilson Holanda tem sido uma das melhores. Hoje teve até salgadinho, bolo, amarelinha, parabéns-pra-você... E eu me acabando de rir, lóooooooooooogico, vendo o povo comendo mais que a pança aguenta. Tem gente que só tem tamanho, mas a barriga tem um buraco infinito.

Criança: Ai, tia, minha barriga vai espocar (e a boca cheia de salgadinho)
Tia: Mas, porque tá comendo tanto salgadinho? Ainda tem aquele bolo todo ali pra comer, viu?
Criança: Ai, tia, aquele bolo? (olhinhos brilhando)
Tia: É! (morrendo de rir)
Criança: Oba, tia! (e comendo mais salgadinho)

E o set list agradou, hein! Meldels! *__*
Outkast, Nxzero, Tribalistas, Ivete Sangalo, Balão Mágico, Xuxa, Vanessa da Mata (que toca hoje no Biruta), Paulinho Moska, ... um samba do criolo doido que acabou agradando um pouco cada um da equipe. Criança faz farra e adora esses fuxicos! Urrru! Se você não acabar virando um deles... tenho é medo. Isso é tão legal! Huahuahuah.

O projeto continua até Março/2008.
Até lá teremos muuuuuuuuuuuuuuuuuuito trabalho.
Urru!
É hora!
Fui!

É o que dizem...


E ainda dizem que férias é coisa boa. Esse tempo nunca sobra exatamente pro que foi planejado, alguma coisa fica faltando, o horário de um fica por cima do outro, é um embróglio doido.

Porém, todavia, contudo... Acho que dá para aproveitar pelo menos o que der tempo de fazer. E é nesse fuzuê que estou. Agora mesmo! De partida para uma das escolas do projeto Segura Essa Onda (www.seguraessaonda.org.br). Hoje teremos uma festinha na Nilson Holanda! E o fórum do dia será sobre Aquecimento Global.

" O mundo - caquinho de vidro -
tá cego do olho, tá surdo do ouvido
O mundo tá muito doente
O homem que mata, o homem que mente"
Paulinho Moska & Cia - O Mundo

Depois da trovoada com mega raios em Fortaleza, meu pc teve a fonte queimada. Resultado: estou sem pc por um tempo. Como ele será um transformer (com peça de todo tipo e periféricos de todas as cores) talvez sobreviva aos próximos super eventos naturais como esse. Huahuahuahua.
Bye!

\o/

23.1.08

Shazaaaaaaaaaaam


Alguém anotou a placa daquele raio? Meldels! O que foi aquilo? E eu tava toda feliz porque já tinha feito a entrevista da manhã e ia digitar tudo, organizar pra ficar bem bonitinho, la-ra-ra-ra la-ra-ri-ra-ra-ra... SHAZAAAAAAM BRUUUUM CRAAA POW
(Quase o Batman e o Robin lutando nos anos 60) Um raio atingiu a sede do Jornal O Povo e outro um poste ao lado, aí tudo apagou!!! Depois mais raios começaram a cair (ou subir! não deu pra reparar, a gente tava meio ocupado se assustando) Levei um sustãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao mesmo!


Só sei que foi uma super queda de tensão, computadores apagaram, pessoas gritaram, outras tiveram crise de riso (meldels o que o medo num faz com um cristão) e outros correram para ver o que tinha acontecido. "Evacuar o prédio!". E meio mundo de gente foi pro lado de fora do prédio conduzido pelo grito (e pelo perigo do princípio de incêndio). Como chovia a cântaros (só lembrei da Gê), a gente teve que sair correndo, buscar proteção nos guarda-chuvas de 10 reau e olhe lá, agradecendo a Deus por estar tudo bem!

Agora vou indo! Nem almocei ainda!
E olha a trovoada, meu povo! Sai do meio que o céu tá desabando!